Luxúria gastronômica…

 

Fondue de chocolate

50g de chocolate meio amargo
1 colher (sopa) de creme à base de avelãs, cacau e leite
2 colheres (sopa) de banana cortada em rodelas
2 morangos cortados ao meio
2 colheres (sopa) de abacaxi picado

Modo de preparo:
Em um recipiente, coloque o chocolate e o creme de avelã. Coloque no micro-ondas por aproximadamente 40 segundos ou até que o chocolate derreta. Misture os ingredientes derretidos. Em uma taça, colocar todas as frutas e por cima o chocolate derretido ainda quente. Sirva na hora.

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Traumas Pós Formatura…

“Esse mês faz exatamente um ano que terminei a faculdade de Administração. Passado esse período, muita coisa você nunca mais olhará com os mesmos olhos”…

1) Odiará Charles Chaplin com seu filme “Tempos Modernos” que foi obrigado a assistir dezenas de vezes graças a professores preguiçosos;

 
2) O mesmo se aplica ao filme “Á procura da felicidade”;
 
3) Só de ouvir falar “Chiavenato” ou ver o famigerado livrinho verde, terá calafrios dos eternos rodeiros do pai brasileiro da Administração, que para contar como surgiu a administração, começa contando como Deus criou Adão;
 
4) Nunca mais assistirá uma propaganda sem analisar SWOT’ icamente  os possíveis acertos e erros do publicitário e cia;
 

5) Olhará arrependido para sua estante, abarrotada de livros que comprou de palestrantes na empolgação do congresso (CONAD e etc.) e que nunca conseguiu terminar de ler pelo conteúdo pífio. 

6) E chegará a conclusão que o “Monge e o executivo” só ajudou uma pessoa realmente, o autor… (risos)

By Tuane Ribeiro

Simplesmente Lygia

By Tuane Ribeiro

“Quero te dizer que nós as criaturas humanas, vivemos muito (ou deixamos de viver) em função das imaginações geradas pelo nosso medo. Imaginamos consequências, censuras, sofrimentos que talvez não venham nunca e assim fugimos ao que é mais vital, mais profundo, mais vivo.

A verdade, meu querido, é que a vida, o mundo dobra-se sempre às nossas decisões.” “Não separe com tanta precisão os heróis dos vilões, cada qual de um lado, tudo muito bonitinho como nas experiências de química. Não há gente completamente boa nem gente completamente má, está tudo misturado e a separação é impossível.

 O mal está no próprio gênero humano, ninguém presta. Às vezes a gente melhora. Mas passa … E que interessa o castigo ou o prêmio? … Tudo muda tanto que a pessoa que pecou na véspera já não é a mesma a ser punida no dia seguinte.” “A perplexidade do moço diante de certas considerações tão ingênuas, a mesma perplexidade que um dia senti.

Depois, com o passar do tempo, a metamorfose na maquinazinha social azeitada pelo hábito de rir sem vontade, de falar sem vontade, de chorar sem vontade, de falar sem vontade, de fazer amor sem vontade… O homem adaptável, ideal. Quanto mais for se apoltronando, mais há de convir aos outros, tão cômodo, tão portátil. Comunicação total, mimetismo: entra numa sala azul, fica azul, numa vermelha vermelho. Um dia se olha no espelho, de que cor eu sou? Tarde demais para sair pela porta afora.”

Lygia Fagundes Telles

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